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Diretório de Advogados
Joao Neto
Salvador (BA)
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Joao Neto
Comentário ·
há 8 anos
Justiça autoriza transfusão de sangue em recém-nascido de família Testemunha de Jeová
Eliezer Passos
·
há 8 anos
Nota-se que deram prioridade aos "tratamentos alternativos" às transfusões, que embora recebam o nome de "alternativos" são inegavelmente mais eficientes e seguros. Como não surtiram o efeito desejado, partiram para as transfusões sanguíneas, ao que parece, apenas para esgotar todas as possibilidades e poder dizer que fizeram de tudo para salvar a vida do recém nascido, pois em outra reportagem, no mesmo site dizem: "Nós não podemos deixar o pior acontecer também para que não respondamos sobre uma possível morte”.
Bem, e os casos em que, após realizada uma transfusão o paciente sofre reações de rejeição? Ou quando se contrai uma hepatite? Isso quando não há erro medico ao se administrar um tipo sanguíneo errado... Bem, fizeram tudo o que podiam.
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Joao Neto
Comentário ·
há 9 anos
TV Record terá de pagar danos morais também a familiares de ofendido
Perfil Removido
·
há 9 anos
"Lei da vergonha alheia", boa ideia.
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Joao Neto
Comentário ·
há 9 anos
Anulação de multas de trânsito por ausência de notificação
Tiago Cippollini
·
há 9 anos
"§ 2º Quando utilizado sistema de notificação eletrônica, a expedição se caracterizará pelo envio eletrônico da notificação da atuação pelo órgão ou entidade de trânsito ao proprietário do veículo" O que seria essa notificação eletrônica? é quando eu entro no site lá do Detran e consulto se tem multa?
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Ana Corbari
Comentário ·
há 11 anos
Entenda o Poliamor
Lize Borges
·
há 11 anos
Simples! Casamento é uma instituição jurídica com suas regras próprias e pertinentes à sua finalidade dentro da sociedade. Outra coisa é uma poli-relação que não tenha a mesma finalidade. E como fica a DIVISÃO de patrimônio em caso de uma multi-dissolução? E se tiver filhos?
Caramba! as pessoas precisam pensar que não vivem isolados dentro da sociedade e que tudo isso traz consequencias em múltiplas direçoes! Também não vejo lógica em querem regulamentar e estabelecer regras prá tudo... algumas coisas tem que se auto-regularem livremente e cada um que assuma as consequencias do que faz fora dos padrões já estabelecidos...
Fico aqui imaginando o judiciário que já "lento", abarrotado de questões "inusitadas", frutos da "piração" de algumas pessoas, enquanto gente morre esperando uma decisão que é vital (prevista no padrão legal) para a própria existência.... Enfim... ISSO NÃO DEVERIA ESTAR NO MUNDO JURÍDICO! A lei é geral e "deve ser" igual para todos... não dá prá criar uma norma prá cada loucura que o homem inventa.... se quisermos ter ordem numa sociedade, precisamos (queira ou não) seguir o padrão estabelecido pela decisão da maioria... o resto, cada um arrisca como quiser e suporte as consequencias....
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Perfil Removido
Comentário ·
há 11 anos
Entenda o Poliamor
Lize Borges
·
há 11 anos
Quando eu digo "certas" coisas eu falo sobre algumas coisas, uma pequena parte de conceitos, não sobre todas as coisas. A palavra "certas coisas" não significa tudo.
Talvez agora tenha ficado mais claro.
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Perfil Removido
Comentário ·
há 11 anos
Entenda o Poliamor
Lize Borges
·
há 11 anos
Pode parecer um discurso conservador (o que não é nenhum demérito, pois esse ideal progressista está se tornando assustador), mas me pergunto onde isso vai chegar. O casamento está sendo desfigurado e desvirtuado, perdendo completamente sua finalidade. Se a questão não é simplesmente procriativa, é evidente que o casamento tinha, como objetivo, a formação de um núcleo familiar intangível, a fim de assegurar a base da sociedade e da formação do indivíduo. A partir do momento que a barreira da sexualidade foi quebrada, abriu-se um precedente para uma pluralidade de pessoas. Logo, chegará o casamento com animais.. O que impedirá então o casamento com crianças?! Em seguida, com objetos, etc. Afinal, o que vale é o amor, não é mesmo?
Se tudo é casamento então nada o é! A proteção jurídica para o instituto não pode desvirtuar o conceito principal e as suas finalidades. Não nos esqueçamos que o casamento precede o próprio Estado.
Todos têm o direito de viver e de se relacionar com quem quiserem (e também de amarem quantos indivíduos queiram) e da forma que quiserem, mas não tentem estender e desfigurar conceitos somente para abranger suas situações particulares (e peculiares).
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